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    "ccra_anoReferencia": "2025",
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            "a": "O gerenciamento de risco de crédito de contraparte é parte integrante do processo de gerenciamento de risco de crédito do Conglomerado Prudencial. O risco de crédito de contraparte advém da potencial falha no pagamento das obrigações financeiras em transações como operações de derivativos, operações compromissadas e de empréstimos de ativos.\n\nEm termos de mensuração de risco, as principais métricas utilizadas são CPE (exposição potencial colateralizada – collateralized potential exposure) e CCE (exposição atual colateralizada – collateralized current exposure). Além disso, existe uma estrutura de gerenciamento de risco para exposições wrong-way, que descreve a abordagem para capturar riscos específicos e gerais no portfólio.\n\nO risco wrong-way ocorre quando a exposição a uma contraparte é inversamente correlacionada com a qualidade de crédito dessa mesma contraparte. O risco de crédito distingue entre risco wrong-way específico, quando a contraparte e o emissor do ativo de referência da transação são a mesma entidade ou são afiliadas, ou se a garantia que garante uma transação é emitida pela contraparte ou suas afiliadas; e riscos wrong-way geral, que ocorre quando há uma correlação positiva significante entre a probabilidade de inadimplência e fatores de risco de mercado gerais afetando a exposição com a contraparte. ",
            "b": "O principal controle de exposição ao risco é o estabelecimento de limites totais de crédito (TCLs), que são comunicados às unidades de negócios por um sistema chamado “Credit Checker”. Os tomadores de risco podem então avaliar a capacidade disponível para uma contraparte específica. As violações de TCLs são monitoradas diariamente por meio de um processo de gerenciamento de exceções.\n\nA garantia (“colateral”) é um mitigador de risco que pode ser eficaz para reduzir a exposição corrente e potencial. O colateral pode estar na forma de uma garantia inicial (initial margin) ou ser função da marcação a mercado da exposição (variation margin). O Conglomerado Prudencial pode usar a garantia detida contra exposições correntes para cobrir uma obrigação de uma contraparte inadimplente. A garantia também pode ser utilizada para reduzir a exposição potencial de crédito. ",
            "c": "A operação que está sujeita a um contrato de garantia ou margem pode ter menor exposição potencial com base em um conjunto pré-determinado de métricas ou eventos durante o prazo da operação. Assim que os termos de margem estão prontos, o time de da área de Operações assume a responsabilidade do processo de gestão das garantias. No entanto, dada a importância do colateral como um mitigador de risco, o Departamento de Crédito mantém uma relação de trabalho próxima com a área de Operações para garantir o bom funcionamento do processo."
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