{
    "ova_anoReferencia": 2020,
    "ova_a": "Gerenciamento de riscos\nO Conglomerado Prudencial acredita que gerir o risco de maneira eficiente é essencial para o sucesso do seu negócio. Desta forma, conta com abrangentes processos de gestão de risco, através dos quais monitora, avalia e administra os riscos assumidos na realização de suas atividades, implementando medidas para mitigação de riscos quando julgar necessário. Tais processos incluem a gestão da exposição ao risco de mercado, de crédito, de liquidez, operacional, jurídico, regulatório e de reputação, incluindo também questões socioambientais.\nDo ponto de vista da gestão de risco, a empresa está dividida em Três Linhas de Defesa. A Primeira Linha de Defesa (\"1LoD\") inclui as unidades geradoras de receita, bem como as áreas de Tesouraria, Operações e Tecnologia e é responsável pela gestão de riscos (por exemplo, identificação, avaliação, relatório e monitoramento) associados às atividades geradoras de risco da empresa. A Segunda Linha de Defesa (“2LoD”) é composta pelas funções independentes de supervisão e controle de risco da empresa. Esta linha fornece avaliação independente, supervisão e desafio dos riscos assumidos pelo 1LoD da empresa. A Terceira Linha de Defesa é composta pela Auditoria Interna.\nA área de Risco é uma das funções independentes de supervisão e controle de risco da empresa. A área visa efetivamente identificar, monitorar, avaliar e gerenciar os riscos financeiros e não financeiros da empresa em apoio ao plano estratégico da empresa.",
    "ova_b": "Governança do gerenciamento de riscos\nA estrutura de governança do Conglomerado Prudencial detêm o conhecimento e a responsabilidade necessários para a tomada de decisão em questões de gestão de risco, bem como para garantir a implantação de tais decisões. A governança tem início com a Diretoria do Conglomerado Prudencial, que tem um papel significativo na revisão e aprovação das políticas e práticas de gestão de risco, seja diretamente ou através de seus comitês. Ademais, a Diretoria recebe atualizações periódicas sobre os riscos existentes em todo o Conglomerado Prudencial, preparadas pelas divisões de controle e suporte. Do mesmo modo, o Conglomerado Prudencial é administrado pelo Comitê de Gestão (“Management Committee”). Além da Diretoria, os mais altos níveis de administração do Conglomerado Prudencial contam com líderes com vasta experiência em gestão de risco e que conhecem profundamente os negócios da instituição e os seus riscos inerentes e residuais.",
    "ova_c": "As políticas e procedimentos de gerenciamento de riscos podem ser acessadas internamente no Compêndio de Políticas e Procedimentos, que contém todas as políticas aprovadas pela Empresa. Além disso, as políticas também são destacadas como parte do treinamento regular, quando relevante, em toda a empresa para todas as partes impactadas.",
    "ova_d": "Processos de mensuração e controle de riscos\nSão mantidos pelo Conglomerado Prudencial diversos processos, procedimentos e controles efetivos que são componentes essenciais à gestão de risco. O primeiro e mais importante deles é a disciplina diária de marcar praticamente todo o inventário do Conglomerado Prudencial de acordo com os níveis atuais de mercado. O Goldman Sachs mantém o seu inventário a preço de mercado, com mudanças na valorização refletidas imediatamente em sistemas de gestão de risco e receitas líquidas do Conglomerado Prudencial, quando aplicável. O Conglomerado Prudencial acredita que a disciplina é uma das ferramentas mais eficientes na avaliação e gestão de risco, e por acreditar que através dela, pode ter um entendimento transparente e realista de suas exposições financeiras.\nO departamento de Riscos de Crédito (CR) é responsável por avaliar, mensurar, administrar e monitorar os riscos de crédito e os riscos relacionados à política de risco socioambiental do Banco, em uma base centralizada e independente. O CR atribui classificações aos riscos internos (que determinam a Probabilidade de Inadimplência), calcula a Exposição à Inadimplência, e a Controladoria no Brasil é responsável por avaliar o risco de perdas e monitorar outros níveis mínimos de capital.\nO Departamento de Risco de Mercado (MR) é responsável por avaliar, monitorar e reportar a exposição do Banco aos riscos de mercado, aos riscos que alteram fatores do mercado que poderão ter efeitos adversos sobre a condição financeira do Banco. O MR desenvolve as medidas apropriadas para abordar os riscos de mercado e recomenda os limites ao Comitê de Riscos do Banco.\nO gerenciamento e mensuração do risco operacional do Conglomerado Prudencial combina abordagens top-down e bottom-up. Sob uma perspectiva top-down, a alta administração do Conglomerado Prudencial avalia o risco operacional nos níveis comercial e administrativo. Numa perspectiva bottom-up, as unidades geradoras de receita e as áreas de controle e suporte independentes são responsáveis pela gestão de risco diariamente, incluindo a identificação, mitigação e comunicação dos riscos operacionais à alta administração. A estrutura de risco operacional é em parte projetada para observar as regras de mensuração de risco operacional nos termos da Basiléia III e evolui com base nas necessidades variáveis dos negócios e diretrizes regulamentares do Conglomerado Prudencial.\n\nO Conglomerado estabeleceu uma estrutura abrangente de gestão de risco de liquidez, para que seja possível gerir sua exposição ao risco de liquidez e assegurar que liquidez suficiente esteja disponível, mesmo em períodos de estresse. Esta estrutura inclui: (i) políticas de gestão de liquidez e captação, (ii) medidas de controle, limites e monitoramento de liquidez, (iii) infraestrutura de pessoal para gestão de liquidez e captação, (iv) plano de contingência de liquidez. Estratégias, políticas e limites são definidos com base na política global de gerenciamento de risco de liquidez do Goldman Sachs, adaptada para refletir as necessidades específicas do Brasil. Esses três itens são propostos e implementados pelo time de Tesouraria Corporativa do GS Group, aprovados pela alta gerência do time de Tesouraria Corporativa do GS Group, pelo diretor de risco de liquidez e pelo Comitê de Risco do Goldman Sachs do Brasil (“GSBRC”).\n",
    "ova_e": "Os membros dos comitês de risco se reúnem com frequência definida em seus regulamentos, fator essencial para facilitar e permitir discussões contínuas no sentido de identificar, administrar e mitigar riscos. As comunicações a respeito de risco são constantes e existe uma cultura de colaboração no processo de tomada de decisão entre as unidades de negócios, áreas de controle com o suporte e envolvimento direto da alta administração. O Conglomerado Prudencial entende que a primeira linha de defesa na gestão de risco está sob a responsabilidade da linha de negócios. Não obstante, o Conglomerado dedica boa parte dos seus recursos às funções de controle e suporte a fim de garantir a existência de uma estrutura de supervisão sólida e com a segregação adequada das diversas funções.",
    "ova_f": "Programa de Teste de Estresse do Conglomerado\nDe acordo com as normas promulgadas pelo Conselho Monetário Brasileiro (CMN 4.557 / 2017) e pelo Banco Central do Brasil, o Conglomerado possui uma Política de Teste de Estresse, que estabelece os princípios que orientam a implementação do programa de teste de estresse para avaliar possíveis vulnerabilidades a condições de negócios estressadas. \n\nOs objetivos de realizar testes de estresse para o Conglomerado incluem: \n\n• Fornecer uma avaliação prospectiva da exposição ao risco do Conglomerado sob condições estressadas, permitindo que o Conglomerado desenvolva estratégias apropriadas de mitigação de riscos e planos de contingência em uma variedade de condições estressadas; \n\n• Melhorar a compreensão do Conglomerado sobre seu próprio perfil de risco e facilitar o monitoramento das alterações nesse perfil ao longo do tempo; \n\n• Auxiliar a administração do Conglomerado a avaliar se as exposições a riscos do Conglomerado são compatíveis com a declaração de apetite por risco descrita no Suplemento à Declaração de Apetite por Risco do Conglomerado; \n\n• Avaliar as vulnerabilidades existentes e potenciais do Conglomerado e sua capacidade de suportar situações estressadas em termos de adequação de capital. \n\nO Conglomerado utiliza uma variedade de metodologias de teste de estresse para obter uma cobertura abrangente para seu programa de teste de estresse. Essas metodologias são:\n\n• Análise de sensibilidade: A análise de sensibilidade permite ao Conglomerado avaliar o impacto que alterações em variáveis de mercado específicas podem ter no capital e liquidez do Conglomerado.\n\n• Análise de cenário: A análise de cenário permite que o Conglomerado avalie o impacto que mudanças simultâneas e coerentes em um conjunto de variáveis de mercado podem ter no capital e liquidez do Conglomerado.\n\nO desempenho do Conglomerado é função do ambiente em que opera. Portanto, o primeiro passo no teste de estresse é uma análise dos fatores econômicos, sociais e políticos que podem afetar direta ou indiretamente o Conglomerado. \n\nA avaliação do ambiente operacional será realizada por meio de reuniões coordenadas pelo Grupo de Trabalho do Teste de Estresse, onde membros de vários grupos do Conglomerado são convidados a ajudar o grupo de trabalho a definir os ambientes macroeconômicos aos quais os cenários específicos que serão considerados no teste de estresse estarão inseridos. \n\nOs resultados da análise do ambiente operacional podem incluir: \n• Definição do escopo, em termos de prazo previsível a ser considerado no teste; \n• Principais fatores de volatilidade econômica em um prazo previsível (por exemplo, eleições, investigações de corrupção, política monetária, política fiscal, fatores externos) \n• Número e tipo de cenários considerados no teste de estresse (por exemplo, cenário puramente quantitativo com base em informações históricas) \n",
    "ova_g": "O Conglomerado Prudencial acredita que gerir o risco de maneira eficiente é essencial para o sucesso do seu negócio. Desta forma, conta com abrangentes processos de gestão de risco, através dos quais monitora, avalia e administra os riscos assumidos na realização de suas atividades, implementando medidas para mitigação de riscos quando julgar necessário.",
    "ova_h": "Gerenciamento de capital\n\nOs níveis de capital do Conglomerado Prudencial são determinados, principalmente, pelos requisitos regulatórios, podendo ser também influenciados por outros fatores, tais como, expectativas de novos negócios e condições de mercado. O mercado é suscetível às oscilações expressivas das variáveis financeiras mais importantes, como a taxa de câmbio, estrutura a termo da taxa de juros, risco país e agregados macroeconômicos (PIB). Além disso, o aumento da volatilidade nos mercados financeiros internacionais podem rapidamente alterar o cenário prospectivo para o Brasil. Portanto, é fundamental construir cenários macroeconômicos e discutir cenários alternativos para avaliar as consequências para as instituições financeiras no Brasil. Desta forma, o processo de gerenciamento de capital é realizado de forma a proporcionar condições para o alcance dos objetivos estratégicos do Conglomerado Prudencial, levando em consideração o ambiente econômico e financeiro onde atua.\nO Conglomerado Prudencial não possui instrumentos híbridos de capital e dívida, instrumentos de dívida subordinada ou demais instrumentos financeiros autorizados pelo Banco Central do Brasil a integrar os Níveis I e II do PR, bem como participação em instituição financeira no exterior ou excesso de recursos aplicados no Ativo Permanente onde seja necessária qualquer dedução conforme a Resolução CMN nº 4.192, de 01 de março de 2013.\nO Conglomerado Prudencial adota as seguintes abordagens para a apuração do cálculo do Patrimônio de Referência Exigido: (i) Riscos de Crédito e Mercado - Abordagem Padronizada, (ii) Risco Operacional - Abordagem do Indicador Básico (BIA).\n",
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